sexta-feira, 15 de agosto de 2014

É Possível!!!



"Quando sinto que já sei"...
 Compartilho, multiplico, divido!




"O documentário “Quando sinto que já sei”
 registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola. "

domingo, 27 de julho de 2014

A gente nasceu pra ser gente [Tarja Branca]

http://www.youtube.com/watch?v=Wryyh2YMKlw&list=PLuc97GzuJ6PqAXG05rSlnVrbZKatbJssp



"Brincar é um dos atos mais ancestrais desenvolvidos pelo ser humano, tanto para se conhecer melhor quanto para e se relacionar com o mundo. Mas o que esse ato tão primordial pode revelar sobre nós e sobre o mundo em que vivemos? Por meio de reflexões de adultos de gerações, origens e profissões diferentes, TARJA BRANCA, o novo documentário da Maria Farinha Filmes (também produtora de MUITO ALÉM DO PESO, entre outros), dirigido por Cacau Rhoden, discorre com pluralidade sobre o conceito de "espírito lúdico", tão fundamental à natureza humana, e sobre como o homem contemporâneo se relaciona com ele.

A expressão "tarja branca", que dá o nome ao filme, brinca com os medicamentos de "tarja preta" e provoca reflexões sobre o lugar do lúdico e do brincar em nossas vidas. Tomar um remédio tarja branca pode ser o reencontro com a criança que mora dentro de todos nós e a aceitação dessa presença na vida adulta.

O documentário é costurado por depoimentos de personalidades como José Simão, Domingos Montagner, Wandi Doratiotto, Helder Vasconcellos, Alfredo Bello e Lydia Horteli."

Assista ao trailer: http://youtu.be/dadvMzBqIdI
Acompanhe a página: http://facebook.com/tarjabranca

terça-feira, 22 de julho de 2014

Estatuto da Criança e do Adolescente completa 24 anos

Em (13/7/2014.),
... O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 24 anos de criação. Neste período, o Estatuto ganhou robustez e se consolidou como o principal instrumento de construção de políticas públicas para a promoção e garantia de direitos de crianças e adolescentes.
“Trata-se de um instrumento imprescindível para a sociedade brasileira. Comemorar o aniversário do ECA significa também comemorar a garantia de direitos básicos e fundamentais de milhares de brasileirinhos e brasileirinhas, que por meio deste importante instrumento, passaram a ser reconhecidos como sujeitos de direito, imputando ao Estado e à sociedade a missão de protege-los”, afirma Ideli Salvatti, ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Ela explica que apesar de ser uma das legislações voltadas ao segmento mais evoluídas do mundo, o desafio de proteger crianças e adolescentes de graves violações de direitos humanos é um dever constante para o País.“União, estados e municípios devem estar sempre vigilantes para combater violações e avançar na promoção de direitos. Precisamos nos prevenir não só das violações mais conhecidas, como exploração e abuso sexual, abandono, trabalho infantil, violência física e psicológica, mas também das formas de violações, com especial atenção para os crimes virtuais”, destacou.
A aprovação da Lei Menino Bernardo, que dispõe sobre o direito de crianças e adolescentes serem educadas livres de castigos físicos e humilhantes, assim como a sanção da lei que qualifica como crime hediondo a exploração sexual ou favorecimento à prostituição de crianças, adolescentes e vulneráveis, foi citada pela ministra como importantes avanços que fortalecem o Estatuto.
Estatuto da Criança e do Adolescente
O documento é um marco da proteção à infância no País e substituiu o Código de Menores. Criado em 1927, o Código de Menores representava um avanço já que trazia à tona uma legislação específica para crianças e adolescentes, inclusive com a ideia que crianças fossem separados das prisões e instituições de adultos. No entanto, trazia na sua essência um olhar para a infância pobre, abandonada e em conflito com a lei para garantir a ‘ordem social’. Era um sistema focado na proteção e assistência através da justiça e assistência social marcando de forma pejorativa o termo ‘menor’.
A promulgação do ECA, em 1990, trouxe uma nova perspectiva, de prioridade absoluta às crianças e aos adolescentes e como sujeitos de direitos. Inspirado na Convenção das Nações Unidas pelos Direitos da Criança, de 1989, que o Brasil foi o primeiro País a ratificar. Outra grande novidade foi que, pela primeira vez na nossa história, a construção desse marco legal previa a articulação de um sistema com vários atores.
Fonte: Portal Brasil.
Veja, leia, consulte... Saber é muito importante! 
file:///C:/Users/Cassinha/Downloads/estatuto_crianca_adolescente_7ed%20(1).pdf


segunda-feira, 21 de abril de 2014

cuerdas http://mais.uol.com.br/view/14945162 

“Cordas (Cuerdas)”O melhor curta metragem de animação que já vi!
“Cuerdas ” é um curta metragem escrito e dirigido por Pedro Solís García que ganhou o Prêmio Goya deste ano, na categoria de Melhor Curta Metragem de Animação espanhol. O curta, uma produção da La Fiesta Producciones, acontece em um colégio onde a rotina de uma garotinha chamada Maria muda com a chegada de um garoto muito especial em sua sala de aula, que se torna seu amigo inseparável.
A história foi inspirada em Nicolás, filho do diretor espanhol, que tem paralisia cerebral e é acompanhado pela Fundação NIPACE , primeiro centro de reabilitação da Espanha a utilizar o método therasuit para a recuperação de crianças com paralisia cerebral. Fonte:Blog BH legal

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Atividade de Mobilização do Dia Mundial de Conscientização do Autismo

                         

               

              É Tão Lindo Eliana 

             (Com Legenda)

              

                            Turma da Mônica 

                         Conscientização Autismo

terça-feira, 15 de outubro de 2013

15 de Outubro e Eu... Professor.



“Não posso ser professor se não percebo cada vez melhor que, por não poder ser neutra, minha prática exige de mim uma definição. Uma tomada de posição. Decisão. Ruptura. Exige de mim que escolha entre isto e aquilo.

Não posso ser professor a favor de quem quer que seja e a favor de não importa o quê.

Não posso ser professor a favor simplesmente do homem ou da humanidade, frase de uma vaguidade demasiado contrastante com a concretude da prática educativa.


Sou professor a favor da decência contra o despudor, a favor da liberdade contra o autoritarismo, da autoridade contra a licenciosidade, da democracia contra a ditadura de direita ou de esquerda.

Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra a dominação econômica dos indivíduos ou das classes sociais.
Sou professor contra a ordem capitalista vigente que inventou esta aberração: a miséria na fartura.
Sou professor a favor da esperança que me anima apesar de tudo.
 Sou professor contra o desengano que me consome e imobiliza.
Sou professor a favor da boniteza de minha própria prática, boniteza que dela some se não cuido do saber que devo ensinar, se não brigo por este saber, se não luto pelas condições materiais necessárias sem as quais meu corpo, descuidado, corre o risco de se amofinar e de já não ser o testemunho que deve ser de lutador pertinaz, que cansa mas não desiste. Boniteza que se esvai de minha prática se, cheio de mim mesmo, arrogante e desdenhoso dos alunos, não canso de me admirar.” 
(Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia, São Paulo, Paz e Terra, 2011)